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As características particulares da actividade audiovisual e multimedia são transversais a muitos outros sectores. São inúmeros os intervenientes com ligações à área, cuja actuação pode interferir (positiva ou negativamente) no seu desempenho real.

Um dos objectivos consagrados na missão da Film Commission é o de tornar o País mais “Film Friendly”. Para tal será necessário debater e harmonizar normas e práticas de funcionamento, agilizar protocolos que incrementem a eficácia produtiva nacional, encontrar soluções que possam derrubar algumas das barreiras constrangedoras existentes (a multiplicidade de licenças para um único local, ou os seus tempos de emissão, por exemplo...).

Tais tarefas não se afiguram possíveis apenas com o trabalho da Film Commission, exigindo uma participação mais abrangente de entidades públicas e privadas ligadas ao sector, ou com influência na mesmo. Surge assim o Conselho Consultivo, um espaço privilegiado de diálogo e debate de ideias, de intercâmbio de pontos de vista, de pesquisa conjunta de soluções que elevem a qualidade numa área de especial relevância na cultura e economia do País.  

Integrarão o Conselho Consultivo os representantes de instituições públicas ou privadas que aceitem o convite endereçado pela Portugal Film Comission. Alguns exemplos: entidades públicas das tutelas da Cultura, do Comércio Externo, do Turismo, do Património e da Administração Interna; Associações de Municípios; Associações representativas de pessoas colectivas do sector audiovisual e multimédia; Associações representativas de trabalhadores do sector (técnicos e artistas).

O Conselho Consultivo reunirá sempre que necessário, com uma agenda exclusivamente focada na vertente profissional, legal e logística do sector audiovisual e multimédia. 

NORMAS DO CONSELHO CONSULTIVO ( AQUI )                          1989 - Lisboa, Almada - " Street of no return  " de Samuel Fuller